Porque eu amo… a Manu
28/06/2011 at 10:18 PM 2 comentários
Tem dias que ela me adora. Tem dias que nem liga para mim. Acho que é por conta desse caso/descaso que amo tanto a minha sobrinha Manu. Toda vez que volto para Ribeirão Preto preciso reconquistá-la. Pode parecer loucura se apaixonar por alguém em tão pouco tempo (1 ano e 4 meses), mas eu a amo de peito cheio que dói quando fica longe.
Quando ela nasceu, eu saí correndo de São Paulo para conhecê-la e ficar ao lado da minha irmã. Acho que no começo quem mais precisava do meu amor era a Carol. Ela estava insegura aquele novo ser. A Manu tava repleta de mimos e babadas dos parentes. Carol, tornou-se a mais coruja e maravilhosa de todas as mães.
Manu foi ganhando peso, cabelo, dente, bochechas, dobrinhas e ficando cada vez mais com cara dela mesma. Agora, consigo fechar os olhos e saber todas as expressões que ela faz mesmo estando a mais de 300km de distância.
Apesar de a chamarmos de Nenê, Manuelita, Manuzita, Lola, Iêiê, Gostosa e tantos outros nomes, é única. Ela não abraça quem quer abraçá-la. Não sorri pra quem sorri para ela. Dá um beijo doce quando tem vontade. Ela fala quando quer e de repente, do nada, ela solta seu nome.
Há quatro dias ela disse o meu: Beol. Ela sabe que sou eu. Eu sei que ela agora me chama. Nunca meu nome foi tão bonito.
Por Bell Gama (junho/2011)
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1.
Shel | 29/06/2011 às 2:06 AM
Assim vc mata o papa de emoção… bjs
2.
Nádia Figueiredo | 29/06/2011 às 2:47 AM
Melhor que ser tia, só mesmo ser mãe, mesmo assim morro de amor pelos meus sobrinhos!!!